Voltei para a minha bateria e comecei a tocar, e uma coisa muito estranha aconteceu comigo, tive uma espécie de ‘’ Flash Back ’’, e lembrei de quando, eu, matt e zacky tocamos Walk, no improviso, e aquilo me tocou por dentro, mas, eu sabia que eles não eram bons para montar uma banda, eu achava que eles não tinham talento, mesmo sendo meus melhores amigos.
Matt tinha uma banda junto com zacky, na qual e não me recordo do nome, mas eles eram bem ruins, lembro de uma vez vê-los tocando, tentaram tocar Nothing Else Matters, do Metallica, e ficou horrível, o baterista deles, não tinha noção de tempo, eu saia dando risada.
Como se eu não advinhasse, Zacky e Matt vieram falar comigo, me chamando para a banda;
Pensei por um bom tempo, e cheguei a uma conclusão.
― Hmmm.. pode ser ― Disse, mesmo sabendo que eles eram horríveis. ― Porque somos amigos certo ? uma banda para mim só funciona, se tudo mundo é amigo.
― Tudo bem Jimmy, semana que vem a gente ensaia certo ? você já conhece as musicas. ― Disse Zacky.
― Podem deixar, que eu me garanto ! ― Eu me achava, por ser o melhor baterista do bairro.
Começamos a ensaiar, e eles ficavam olhando para mim, porque eu não errava, isso era novo para eles.
O primeiro ensaio até que não foi tão ruim, eles eram ruins, mas sabiam seus limites, eu gosto disso.
Passaram-se 3 anos, e já tínhamos algumas musicas próprias, como To End The Rapture e Warmness on The Soul, Matt já cantava bem e tocava piano muito bem também, e Zacky tinha melhorado muito, sem contar o Justin Sane que era um maluco tocando baixo, e decidimos que estava na hora de gravarmos uma Demo, mas ainda não sabíamos que nome colocar na banda, então o Matt teve uma idéia.
― Lips of Deceit ! ― Gritou Matt, com firmeza.
― Hmmm.. eu gostei ― Continuei;
― Eu também ― Comentou Zacky
Então, estava feito, nossa banda se chamaria Lips of Deceit, e iríamos gravar aquelas duas demos, caseiras mesmo, só pra começar.
Gravamos, e mostramos para Brian, que era o melhor guitarrista da cidade, ele achou muito criativo, e pediu até uma vaga na banda, Brian comentou sobre o nome da banda, e todos realmente perceberam que Lips of Deceit não combinava com a gente.
― Então, vamos pra casa procurar nomes, amanha nos encontramos no intervalo da escola e escolhemos o melhor ― Matt deu a idéia.
Todos ficaram de acordo e foram para suas casas, menos eu, por que já estava em casa.
No dia seguinte, Matt nos chamou no intervalo e todos esqueceram de fazer o ‘’ dever de casa ‘’, só Matt tinha procurado nomes; ele tinha uma lista enorme deles, então bati o olho em um, que por acaso era Avenged Sevenfold.
― De onde tirou esse nome !? ― Perguntei, tenso.
― Da Bíblia, na história de Caim e Abel ― Respondeu Matt
― Amei esse ! ― Retruquei
― Todos de acordo ? ― Matt, sempre liderando o grupo
― Sim ! ― Responderam Zacky e Brian, na mesma hora.
― Então, apartir de hoje, nossa banda vai se chamar, AVENGED SEVENFOLD ! ― Terminei.
essa história é FICTICIA ! baseada em alguns fatos reais e em minha personalidade
terça-feira, janeiro 4
6. Capítulo – Ausência
Após minha relação com Lea, não tive coragem de me dirigir a ela, e a convidar para sair novamente, estava com medo, e com vergonha, mesmo sabendo que eu a amava, e ela me amava.
Eu estava em um momento muito difícil, na fase da adolescência, onde parece que tudo, e todos estão contra você, e eu tinha poucos amigos para conversar, apenas, Zacky, Matt, e Brian, e eu não via um deles há quase seis semanas.
Por uma boa parte do dia, eu ficava treinando na minha bateria, mesmo ela não sendo assim tão boa, mas eu gostava de tocar, eu conseguia descarregar toda a minha emoção em cima de apenas duas baquetas, o que diziam ser impressionante
Também passava boa parte do dia escrevendo, e reescrevendo letras, eu amava fazer aquilo e acabara virando uma coisa normal para mim.
― Se você usase metate do tempo que você gasta com musica, nos estudos.. – Disse meu pai, mesmo sabendo que eu não ia dar atenção
― Pai... Chega né ― falei com um tom calmo, prestando atenção somente no meu lápis, e em um pedaço de papel que estavam em minha frente.
Eu tentava escrever uma letra tocante, onde todos conseguissem se identificar, mas isso para mim, era impossível, infelizmente.
A ausência de Lea, estava me corroendo por dentro, eu só conseguia escrever letras relacionadas com amor, e sabia que a culpa era minha.
Fechei os olhos e dei um leve suspiro, então decidi ligar para Lea, coisa que eu não fazia a quatro semanas.
Peguei o telefone, e disquei seu numero lentamente, e começou a chamar..
― Alo ? ― Atendeu Lea, com a voz mais doce do mundo
― ah.. ― comecei a ficar nervoso, pois pensei que ela poderia ter esquecido de mim.
Desliguei o telefone rapidamente, sem coragem para ligar denovo, mas só de ouvir aquela voz, meu coração se encheu de inspiração, e voltei a escrever.
Ao passar de uns vinte minutos, eu não agüentava mais e resolvi ligar denovo, fiz o mesmo procedimento da ultima vez, e esperei ela atender.
― Alo ? ― Atendeu Lea, dessa vez com um tom desconfiado
― Ah, Lea ? ― Continuei a conversa, com um tom desajeitado
― Quem é ? ― Perguntou ela, pois pensava que poderia ser trote
― Lea, é o Jimmy, tudo bem ? ― consegui falar normalmente, recuperando o fôlego
― Ah.. Oi Jimmy.. ― Ela continuou, meio desanimada.
― Aconteceu alguma coisa ? ― Perguntei, tentando puxar assunto
― Ah, Jimmy.. Sabe o que é.. ― Respondeu Lea
― Quer saber, não diga, vamos sair hoje a noite e eu posso te ajudar a se sentir melhor, o que acha ? ― Interrompi.
― Então, hoje... eu vou sair com o John ― Concluiu Lea
― John, aquele da antiga escola ? ― Perguntei, muito aflito
― Sim Jimmy, eu e ele.. estamos juntos agora. ― Disse Lea
Fiquei sem palavras, desliguei o telefone sem falar mais nada, meu coração estava ficando cada vez mais apertado, e comecei a chorar, mesmo sendo a pessoa fria que sou.
Eu estava me sentido rejeitado, não agüentava mais, quando a Lea me contou aquilo, tive vontade de morrer.
― NÃO AGUENTO MAIS ESSA VIDA ! ― Gritei, mas ainda soluçando
Deitei em minha cama, e cobri minha cabeça com o travesseiro, tranquei a porta do meu quarto, e acabei caindo no sono.
Desde que cai no sono, se passaram mais ou menos umas duas horas, e quando acordei, ainda chocado, não tinha ação, não sabia o que fazer, e nem o que pensar.
Ouço o telefone tocar, no canto de minha cama, e ponho a mão em cima dele, e atendo, com angustia.
― A.. Alo ? ― disse com vontade de desligar o telefone
― Alo, Jimmy ? ― disse uma voz calma e amigável
― M..M.. Matt !? ― Perguntei, ancioso pela resposta
― Isso mesmo Amigão, quanto tempo hein ? ― Matt responde, dando uma leve risada
― Realmente, estava sentido sua falta, como vai a vida ? ― Perguntei, esboçando um leve sorriso
― Ah, vai bem, e a sua ? ― Respondeu Matt, com um tom sério
Fiquei sem palavras, não podia responder que estava tudo bem, porque estaria mentindo, e eu nunca mentiria para o meu melhor amigo.
― Ah... ― Respondi, com os olhos cheios de lágrimas
― Foi a Lea não é ? ― Matt advinhou, como se soubesse a muito tempo
― Não é ela, sou eu.. Não, é ela mesmo, eu não sei o que fazer ― Respondi com sinceridade
― Quer falar sobre isso comigo Jimmy ? ― Pergunta Matt
― De verdade, agora não... preciso desligar, até mais cara, um abraço – Terminei com a conversa, mesmo sabendo que não tinha nada para fazer.
Desliguei o Telefone antes mesmo de ele dizer nada, e fui em direção a janela, e fiquei observando as ruas, as casas, e todo o movimento por um bom tempo.
Eu estava em um momento muito difícil, na fase da adolescência, onde parece que tudo, e todos estão contra você, e eu tinha poucos amigos para conversar, apenas, Zacky, Matt, e Brian, e eu não via um deles há quase seis semanas.
Por uma boa parte do dia, eu ficava treinando na minha bateria, mesmo ela não sendo assim tão boa, mas eu gostava de tocar, eu conseguia descarregar toda a minha emoção em cima de apenas duas baquetas, o que diziam ser impressionante
Também passava boa parte do dia escrevendo, e reescrevendo letras, eu amava fazer aquilo e acabara virando uma coisa normal para mim.
― Se você usase metate do tempo que você gasta com musica, nos estudos.. – Disse meu pai, mesmo sabendo que eu não ia dar atenção
― Pai... Chega né ― falei com um tom calmo, prestando atenção somente no meu lápis, e em um pedaço de papel que estavam em minha frente.
Eu tentava escrever uma letra tocante, onde todos conseguissem se identificar, mas isso para mim, era impossível, infelizmente.
A ausência de Lea, estava me corroendo por dentro, eu só conseguia escrever letras relacionadas com amor, e sabia que a culpa era minha.
Fechei os olhos e dei um leve suspiro, então decidi ligar para Lea, coisa que eu não fazia a quatro semanas.
Peguei o telefone, e disquei seu numero lentamente, e começou a chamar..
― Alo ? ― Atendeu Lea, com a voz mais doce do mundo
― ah.. ― comecei a ficar nervoso, pois pensei que ela poderia ter esquecido de mim.
Desliguei o telefone rapidamente, sem coragem para ligar denovo, mas só de ouvir aquela voz, meu coração se encheu de inspiração, e voltei a escrever.
Ao passar de uns vinte minutos, eu não agüentava mais e resolvi ligar denovo, fiz o mesmo procedimento da ultima vez, e esperei ela atender.
― Alo ? ― Atendeu Lea, dessa vez com um tom desconfiado
― Ah, Lea ? ― Continuei a conversa, com um tom desajeitado
― Quem é ? ― Perguntou ela, pois pensava que poderia ser trote
― Lea, é o Jimmy, tudo bem ? ― consegui falar normalmente, recuperando o fôlego
― Ah.. Oi Jimmy.. ― Ela continuou, meio desanimada.
― Aconteceu alguma coisa ? ― Perguntei, tentando puxar assunto
― Ah, Jimmy.. Sabe o que é.. ― Respondeu Lea
― Quer saber, não diga, vamos sair hoje a noite e eu posso te ajudar a se sentir melhor, o que acha ? ― Interrompi.
― Então, hoje... eu vou sair com o John ― Concluiu Lea
― John, aquele da antiga escola ? ― Perguntei, muito aflito
― Sim Jimmy, eu e ele.. estamos juntos agora. ― Disse Lea
Fiquei sem palavras, desliguei o telefone sem falar mais nada, meu coração estava ficando cada vez mais apertado, e comecei a chorar, mesmo sendo a pessoa fria que sou.
Eu estava me sentido rejeitado, não agüentava mais, quando a Lea me contou aquilo, tive vontade de morrer.
― NÃO AGUENTO MAIS ESSA VIDA ! ― Gritei, mas ainda soluçando
Deitei em minha cama, e cobri minha cabeça com o travesseiro, tranquei a porta do meu quarto, e acabei caindo no sono.
Desde que cai no sono, se passaram mais ou menos umas duas horas, e quando acordei, ainda chocado, não tinha ação, não sabia o que fazer, e nem o que pensar.
Ouço o telefone tocar, no canto de minha cama, e ponho a mão em cima dele, e atendo, com angustia.
― A.. Alo ? ― disse com vontade de desligar o telefone
― Alo, Jimmy ? ― disse uma voz calma e amigável
― M..M.. Matt !? ― Perguntei, ancioso pela resposta
― Isso mesmo Amigão, quanto tempo hein ? ― Matt responde, dando uma leve risada
― Realmente, estava sentido sua falta, como vai a vida ? ― Perguntei, esboçando um leve sorriso
― Ah, vai bem, e a sua ? ― Respondeu Matt, com um tom sério
Fiquei sem palavras, não podia responder que estava tudo bem, porque estaria mentindo, e eu nunca mentiria para o meu melhor amigo.
― Ah... ― Respondi, com os olhos cheios de lágrimas
― Foi a Lea não é ? ― Matt advinhou, como se soubesse a muito tempo
― Não é ela, sou eu.. Não, é ela mesmo, eu não sei o que fazer ― Respondi com sinceridade
― Quer falar sobre isso comigo Jimmy ? ― Pergunta Matt
― De verdade, agora não... preciso desligar, até mais cara, um abraço – Terminei com a conversa, mesmo sabendo que não tinha nada para fazer.
Desliguei o Telefone antes mesmo de ele dizer nada, e fui em direção a janela, e fiquei observando as ruas, as casas, e todo o movimento por um bom tempo.
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