sábado, dezembro 4

5. Capítulo - A primeira vez, parte 2.

Naquele beijo lento e prazeroso, fui colocando a mão na cintura de Lea, envolvendo-a lentamente num abraço leve e solto, sentindo sua respiração quente na minha. Já tendo Lea sob meu controle, vou agarrando-a e a puxando para mais próxima de mim, sentindo seu corpo totalmente grudado no meu, enquanto vou intensificando o beijo, movimentando mais rapidamente minha língua na de Lea.
Senti algo por dentro de minha calça crescer e vi que aquilo não era normal, também não era normal o estremecer de meu corpo conforme meu pênis ficava ereto. Tentei não demonstrar que aquilo acontecia comigo, mas senti crescer cada vez mais e isso me assustava, então recuei, parando ao mesmo tempo em que Lea parava, dando uma leve afastada. Olhei-a com um sorrisinho de desculpas, enquanto ela sorria nervosa e tímida para mim, aquilo me deixava muito feliz. Voltei a beijá-la após breves segundos de olhares indecisos, e na volta deste, percebi que as mãos já não sabiam onde tocavam, senti minha mão deslizar suavemente pelo corpo de Lea, enquanto esta mantinha as mãos em meu peitoral, alisando-o com delicadeza. Senti-me mais livre para acariciar o corpo de Lea, passando a mão até por lugares que eu não devia, mas no momento não me importava e nem ao menos pensava onde minha mão passava, somente curtia aquele momento de liberação com Lea.

Meu corpo começava a estremecer numa força inigualável, senti uma onda de excitação percorrer cada membro de meu corpo, com a velocidade que meu sangue circulava, senti que aquilo me agradava e me fazia relaxar mais, fui empurrando o corpo de Lea com leveza, conduzindo-a para deitar-se no banco, acariciando seu corpo com mais intensidade e força, senti ela então puxar minha blusa e me fazer cair por cima dela, sem parar de me beijar por nenhum segundo. Passei a mão por sua perna, alisando-a com mais força, sentindo Lea colocar suas mãos em minhas costas, arranhando e puxando a mesma, me fazendo soltar um leve suspiro de dor, ao mesmo tempo em que passava a beijar o pescoço de Lea. Ouvi Lea gemer de leve em meu ouvido, me fazendo ficar em êxtase total, a senti colocar suas mãos por dentro de minha camisa, me alisando com mais força, passando sua unha por entre minhas costas, me arranhando, então fui passando a mão para a barra de seu vestido, começando a levantá-lo, porém, sou impedido por Lea, que me empurra com um pouco de força, falando por entre a respiração ofegante.
― Espere Jimmy, ééé... Aqui não.
― Es-está certo. ― Respondi tentando manter a voz tranqüila.
Levantei-me e olhei Lea, que se endireitava, fiquei olhando para os lados, procurando me acalmar e acabar com a excitação que percorria meu corpo como se fosse meu sangue. Olhando para um lado e para o outro, avistei algo que chamou a minha atenção, no fim daquela rua, onde não se via quase nada, consegui enxergar um casebre, quase caindo aos pedaços, onde se instalava uma placa no gramado que dizia: “Não entre, perigo”.

Olhando curioso para o casebre, vi que estava abandonado, a porta estava entreaberta e o gramado mal cuidado. Então, tomado da decisão, disse para Lea, ainda olhando para o casebre.
― E se fosse ali? ― Apontei para o casebre, sem voltar o olhar para Lea, perguntei-me por que, provavelmente por vergonha.
― Bem, num sei, ali está falando que é perigoso... ― Ela disse em tom indeciso, olhando para o local com curiosidade. Depois respondeu firme e alegre. ― Mas tanto faz, afinal, eu adoro perigo.
Senti-a se levantando e pegando em minha mão, então me desloquei do meu lugar, partindo para o casebre. Olhei para Lea e percebi que ela estava muito grudada comigo, então sorri para ela e depois lhe beijei os lábios com leveza, tomando cuidado para não machucá-la de alguma forma.
Fui chegando ao casebre junto de Lea e percebi que havia uma cerca de arame farpado que envolvia o local, protegendo contra ladrões e pichadores. Fui olhando atento, procurando ali uma brecha que poderia me fazer passar com Lea, fiquei ali por procurar, até que encontrei uma pequena brecha aberta incorretamente, me dando o espaço suficiente para entrar e trazer Lea junto de mim.
― Lea, aqui. ― Disse para ela entre sussurros, acenando para ela de longe.
― Será que conseguimos passar aí Jimmy? ― Perguntou Lea ao ver a entrada irregular.
― Claro, não é tão pequena assim. Vá primeiro.

Conduzi Lea com cuidado, protegendo-a dos arames, para que não se cortasse. Depois que ela entrou, passei por ali rapidamente, sem me preocupar com tais cuidados.
Ao passar pela brecha, me vi de frente com Lea, que me surpreendeu com um novo beijo empolgado e intenso, então já a levei para dentro do casebre, abrindo escandalosamente a porta, depois a fechando no mesmo ritmo.
Fui caminhando pelos corredores estreitos, sentindo Lea beijar lentamente meu pescoço, vi por entre portas uma sala abandonada, que tinha somente um sofá velho e com aparência desconfortável.
Empurrei levemente Lea para dentro, beijando-a com intensidade, passando a mão por seu corpo com vontade. Logo que adentro a sala com Lea, vou levando-a na direção do sofá, deitando-a no mesmo enquanto me deito com ela.
Tendo Lea sob meu domínio, vou passando a mão por seu corpo, acariciando seus seios com cuidado e leveza, sentindo novamente meu pênis ficar ereto, diante da excitação que sentia. Passando a mão pelos seios de Lea, sentia-a acariciar meu pênis com mais cuidado que eu, passando suavemente a mão pelo mesmo, sem parar o beijo intenso. Senti-me indeciso sobre meus próximos passos, sabia que era tudo muito novo para mim, mas com Lea parecia tão fácil, como se tivéssemos feito isso durante muito tempo. Continuei alisando seus seios, até que desci e fui em direção da barra do vestido, puxando o para cima, sem muitas delongas, o tirei e joguei para longe, deixando Lea quase despida. Senti Lea abrir o botão e o abaixar o zíper de minha calça, então a ajudei a tirar minha calça, sentindo minhas mãos tremer enquanto fazia isso.
Passei as mãos pelo rosto de Lea, voltando a beijar a mesma, comecei a beijar seu pescoço, dando várias mordidinhas, ao mesmo tempo em que passava as mãos pelo seu corpo, alisando o mesmo e ouvindo os gemidos suaves e prazerosos de Lea, fazendo-me ficar mais excitado.





Fazendo aquilo, senti Lea tirar minha blusa e depois minha camisa, assim, senti a mesma passar suas mãos pelo meu peitoral, me arranhando com carinho e cautela, sorrindo ao me olhar nos olhos. Comecei a retirar o sutiã de Lea e assim desci até os seios da mesma, beijando-os e acariciando com a boca, sentindo Lea estremecer e gemer diante de minhas ações. Senti as mãos de Lea dentro de minha cueca, passando a mão por sobre meu pênis, o acariciando com total liberdade. Tendo certo controle sobre o momento, iniciei algo que eu não sabia se era certo, passei então a mão por sobre a calcinha de Lea, alisando sua vagina com cuidado e delicadeza, ouvindo Lea gemer com mais força e um pouco mais alto. Passando a mão por ali, volto a beijar os lábios delicados de Lea, ofegante o bastante para deixar aquele beijo durar um tempo suficiente.
Sinto Lea começar a abaixar minha cueca, tirando a mesma numa velocidade desesperada, me despindo por completo, então faço o mesmo movimento, retirando a calcinha dela, jogando para um lado que eu não sabia qual era. Ficando despido diante de Lea, sinto os pelos de meu corpo se eriçar de vergonha, mas ao mesmo tempo senti a excitação aumentar enquanto alisava a vagina de Lea, a senti passar a mão e segurar meu pênis com firmeza, me deixando mais excitado que o possível. Com meu corpo colado ao de Lea, vou penetrando com certa cautela meu pênis em sua vagina, porém, ao que começo a tal penetração, ouço um leve grito agudo saindo dos lábios de Lea, me fazendo recuar.
Olhei para Lea com indecisão, vendo sua expressão, que pedia para eu continuar, então voltei para o mesmo movimento que antes, começando a penetrar meu pênis em sua vagina, com mais cautela, ouvindo seu gemido prazeroso, enquanto eu ia sentindo o gosto de transar pela primeira vez.

Após o longo tempo em que ficara fazendo amor com Lea, senti meu corpo estremecer e como uma onda de eletricidade, me deixar fraco, era o sinal que eu precisava para parar com aquilo. Desgrudei-me lentamente de Lea e percebi que uma gosma branca saía de meu pênis, o que me deixou um pouco apreensivo, será que havia dado alguma coisa errado? Fiquei olhando por um tempo, sem saber o que fazer.


Passados pouco tempo, me deparei com Lea sobre meu corpo, acariciando e passando a unha levemente sobre meu peitoral, senti um arrepio leve por sobre minha pele, senti que era muito bom tudo aquilo, ainda mais sabendo que era com Lea.
Fiquei olhando para o teto do casebre durante tudo aquilo, meus pensamentos voando para um lugar onde só Lea e eu ficaríamos, para sempre. Ao voltar para o mundo real, deparei-me com Lea olhando-me curiosa, esperando algo vindo de mim, então lhe dei um beijo nos lábios e falei, em tom apaixonado.
― Talvez seja melhor irmos, já está ficando tarde.
― É. Meus pais já devem estar loucos. ― Respondeu Lea em tom delicado
Senti Lea se erguer, então me sentei no sofá, olhando o corpo perfeito de Lea, que pegava suas vestes com delicadeza, depois, a vi jogar minhas roupas sobre mim, ao mesmo tempo em que colocava as dela. Vesti-me e ergui-me, abraçando Lea com firmeza, sentindo que naquele momento, ela era minha, só minha.

Saímos do casebre e caminhamos pelas ruas, indo na direção da casa de Lea, olhei para um relógio numa igreja que apontava exatamente 22h18min, percebi que o tempo de Lea na rua já estava expirado e que precisávamos voltar logo. Apressei-me no passo junto de Lea, mantendo o controle da respiração, e ao chegar à Rua de Lea, envolvi-a num abraço e caminhei mais tranquilamente, tendo novamente domínio sobre tal garota.
Ficamos de frente um para o outro enquanto ela se posicionava na porta de sua casa, olhamos um para o outro e admiramos o olhar, tomei uma breve decisão e lhe beijei mais uma vez os lábios, colocando as mãos em sua cintura, com sutileza e carinho. Senti Lea me empurrar com fraqueza nas mãos, me fazendo recuar enquanto olhava para ela, logo ela se aproximou de meu rosto e ao chegar aos meus ouvidos, falou, em tom apaixonado.
― Eu te amo Jimmy Sullivan.
― Eu também te amo. ― Disse em resposta, voltando a olhar para seus olhos, sorrindo delicadamente.
Vi Lea sorrir de um jeito perfeito e adentrar a casa, ainda tendo espaço para me dar um breve aceno com a mão, fechando a porta logo após. Virei-me e parti para minha casa, sabendo que dali em diante, nada, absolutamente nada seria o mesmo, afinal, Lea era minha e ninguém mudaria isso.

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